Senhor, ensina-nos a orar...

Em Maio a família recebeu certa ênfase na programação da igreja. Em Agosto já está definido que será o mês de Missões. Junho, a princípio não recebeu uma ênfase especial, contudo parece que naturalmente, se percebe a necessidade da oração.

Talvez por causa da vigília, nessa próxima Sexta (06.06). Quem sabe pela ênfase nesse boletim, ou pelo estudo sobre oração que os grupos CEO estão fazendo que traz uma perspectiva distinta ao afirmar que a oração muda o nosso coração.

Momentos de instabilidade, provação ou fraqueza dos quais somos vítimas nas áreas pessoal, familiar ou, até, por que não, como igreja, nos impelem naturalmente a falar mais sobre oração. Nesses momentos parece que a oração passa a ter outro valor, outro enfoque para todos nós.

Em toda a extensão das Escrituras há fartas referências à oração. Quando Deus revelou a Abraão Seus propósitos para Sodoma e Gomorra ele intercedeu, foi ouvido, e Deus usou a sua oração como instrumento para poupar a vida de Ló (Gn 18.16-33). Moisés se interpõe entre Deus e o povo pecador, suplicando em favor deles e Deus o atendeu perdoando-os (Nm 14.13-16). Em sua vida Davi orou muito a Deus e os Salmos nos inspiram com esses registros (Sl 27.6). Paulo, após instruir os Tessalonicenses a respeito da volta de Jesus afirma: "Orai sem cessar" (1Tes 5.17). Jesus em meio a muitas atividades levantou-se de madrugada, saiu, foi para um lugar deserto a li orava (Mc 1.35).

Se a Bíblia é tão farta nesses registros, porque oramos tão pouco? Talvez porque não tenhamos aprendido tudo o que Deus pode fazer em nós e através de nós quando nos prostramos diante do Trono em oração.

Talvez tenhamos que inicialmente pedir: "Senhor, ensina-nos a orar" (Lc 11.1) e então aprenderemos algo muito especial da parte de Deus.

Roger Zilz

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