Crise de Comunhão

"Não é segredo: quem avaliar de modo imparcial a Igreja de Jesus Cristo, notará que ela passa por uma crise de comunhão.

Justamente nesse novo milênio, em que os povos mais necessitam de consolação e ânimo para enfrentar dias tenebrosos, a impressão que muitas pessoas têm da Igreja, é de uma instituição fria, pouco amigável e indiferente aos problemas da humanidade. Críticos notam, ainda, que os cristãos tendem a brigar muito entre si, não raras vezes para determinar qual deles está certo ou será o mais importante.

Existem, é claro, belas exceções. Além disso, algumas das críticas mais se baseiam em impressões do que em fatos. Mas nem essas ressalvas nos livram do fato que a Igreja de Jesus Cristo, de modo geral, está fraca na área da comunhão. Isto é mais do que lastimável, porque o Senhor Jesus Cristo afirmou que o amor e a unidade seriam as principais provas de que eles são seus verdadeiros seguidores (Jo 13.34,35). Os discípulos, por manifestarem visíveis laços de amor mútuo, estariam convencendo o mundo de que Jesus é realmente o Filho de Deus, enviado pelo Pai (Jo 17.21)." - Lowel Bailey

Se você já detectou sintomas de uma crise de comunhão entre os membros de sua igreja, quero lhe propor algumas coisas:

  1. Assuma a postura cristã de se responsabilizar por reverter esse quadro. Não critique apenas, viva e exemplifique na sua própria conduta, o que é amar e preservar a unidade.
  2. Valorize a participação num pequeno grupo (CEO em nosso caso). Relacionamento, comunhão, amizade, ensino-aprendizagem, oração, compartilhar são aspectos essenciais na vida de uma igreja que só acontecem de forma efetiva num pequeno grupo de cuidado mútuo. Quem sabe, você não faz parte daquele grande número de cristãos que criticam a falta de comunhão na igreja mas negligenciam sua participação num pequeno grupo onde a comunhão é exercitada.
  3. Considere a possibilidade de coordenar um grupo pequeno de cuidado mútuo. Se você está reconhecidamente andando de modo digno da vocação a que foi chamado (Ef 4.1), procure o Roger para receber orientações nesse sentido (Leia Hb 5.11).

Vivamos para a glória de Deus.

Pr. Marcelo C. Silva

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