Deus está morto. Nós o matamos!

Com esta frase, o filósofo Friedrich Nietzsche propôs, no final do século XIX, a completa falência do Cristianismo na busca por significado para a vida humana. Segundo ele, o próprio homem tornou-se adulto e começou a viver sem mais necessidade de fábulas infantis.*
Mas hoje, mais uma vez, milhões de pessoas bem vivas e transformadas pela Maravilhosa Graça do Deus que um dia morreu, celebram com alegria e convicção, a Ressurreição do Salvador.
A despeito dos prognósticos céticos de qualquer filósofo humanista, DEUS ESTÁ VIVO!!! E, se um dia Ele morreu, de fato o fez por nós, e até por aqueles filósofos (I Jo 2.2). Certamente podemos dizer que todos nós matamos o Deus-Homem, porque Ele morreu por causa de nossos pecados. O pecado exige a morte, mas como Jesus não teve pecado, Ele pôde morrer por outros que eram pecadores.
Lamentável o fato de que Nietzsche tenha cunhado frases tão próximas da verdade libertadora, porém, como tantos outros, tenha passado por este mundo sem conhecer a realidade e a Graça Salvadora do Deus Criador. Segundo a sua biografia, perdeu a razão, oficialmente, no início de 1889 e passou os últimos onze anos de sua vida tutelado pela família, vindo a falecer em Weimar, completamente alheio à realidade à sua volta, ao meio-dia de 25 de Agosto de 1900.
Que o fôlego de vida que o Deus vivo nos concede, seja incansavelmente usado para proclamarmos a transformadora Verdade de que "Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras." (I Co 15.3,4).

* Ubaldo Nicola, Antologia ilustrada de Filosofia, p.414

Pr. Marcelo Correia e Silva.

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